O que eu faço enquanto o mundo se Auto-Organiza?

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A transição socioeconômica global que experienciamos hoje é inquestionável. Transição essa que caminha no propósito maior da auto-organização à serviço do bem estar geral. Celebremos! Esse processo é acelerado à medida que a consciência desse grande evento global convida os indivíduos que compõe essa sociedade (e alocam seus recursos dentro dessa economia) a fazerem-no com sabedoria. Sem desperdício, sem exagero, sem acúmulo. Para isso, novos paradigmas de interrelações e consumo já emergiram, foram decretados e estão ganhando seu merecido espaço. Basta observar, e, mais que isso, sentir essa mudança.

Já está acontecendo, é inevitável, e, no papel de seres humanos temos duas opções: ou co-criamos ou co-criamos essa transição coletivamente, seja como produtor ou consumidor, protagonista ou telespectador, sabemos que ambos são igualmente importantes para o show auto-organizado.

Consideremos essa transição como um grande projeto planetário, onde os seres aqui vivos são colaboradores dotados de consciência e protetores de sua existência (isso mesmo, você é um deles!). A sobrevivência desse sistema depende da qualidade das conexões e interações daqueles que o compõe, dos laços de troca e interação não só de recursos físicos, mas de fluxo de emoções que circulam entre eles, bem como os pensamentos e demais dons e talentos.

Qualquer desequilíbrio detectado nesse sistema é recebido como estímulo-solução pelos indivíduos conectados na consciência do grande evento. Não há espaço para desespero, medo ou apego à antiga forma que esse mundo funcionava, os elemento apenas recebem os problemas como presentes pois sabem o que está acontecendo a nível macro. E sabem de verdade que seu papel é apenas preenchê-los com a solução. Pois bem, o silêncio, o estado de presença e aceitação do desequilíbrio e do caos como fator fundamental para reestabelecimento da ordem original desencadeia imediatamente processos neurológicos que se revelam e manifestam em forma de ideias, projetos e ações. Eis a nova realidade global, equilíbrio dinâmico, orgânico e paradoxalmente complexo e simples.

Presença, autoconhecimento e observação sem dúvida são processos determinantes para acessar essa nova consciência, para permitir que o fluxo interno possa emergir, brotar e permear a nova realidade.


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